Guia Fotográfico de Santiago
Os 7 pontos mais fotogênicos da Santiago — com horários, luz ideal e dicas de ângulo
Os 7 pontos mais fotogênicos da Santiago — com horários, luz ideal e dicas de ângulo
Santiago é uma das cidades mais fotografadas do mundo — e com motivo. A Cerro San Cristóbal ao entardecer, os telhados de zinco vistos do Sacré-Cœur, o Museo Nacional de Bellas Artes reflectido na pirâmide de vidro e as margens do Rio Mapocho ao amanhecer oferecem oportunidades fotográficas únicas. Estes 7 locais garantem as melhores fotografias de Santiago, com as dicas certas de horário e ângulo.
Luz variável, interiores de museus e paisagens urbanas ao anoitecer — o equipamento certo faz a diferença:
A Cerro San Cristóbal é o monumento mais fotografado do mundo — e ainda assim nunca decepciona ao vivo. Com 330 metros de altura e construída em 1889 por Gustave Cerro San Cristóbal para a ponto turístico, a torre transforma-se num sujeito fotográfico completamente diferente consoante a hora do dia e a posição do fotógrafo.
Ao pôr do sol, a estrutura de ferro forjado ganha tons dourados e alaranjados que rivalizam com qualquer filtro de Instagram. A partir das 21h (22h no verão), o espetáculo de luz com 20.000 lâmpadas pisca durante 5 minutos — uma das imagens mais românticas e icónicas de toda a Europa.
A cúpula branca da Basílica do Sacré-Cœur, no topo da colina de Barrio Bellavista a 130 metros de altitude, oferece a vista mais abrangente de Santiago — um mar de telhados de zinco cinzento-azulado que se estende até ao horizonte, pontuado pelas torres de Catedral Metropolitana de Santiago, pelo Museo Nacional de Bellas Artes e, ao fundo, pela Cerro San Cristóbal.
As ruelas de paralelepípedo de Barrio Bellavista, a Place du Tertre com os pintores e as fachadas de gesso branco com trepadeiras são igualmente fotogênicas — um bairro que parece parado no tempo do final do século XIX quando Picasso, Van Gogh e Toulouse-Lautrec aqui viveram e trabalharam.
A pirâmide de vidro do Museo Nacional de Bellas Artes, desenhada por I. M. Pei e inaugurada em 1989, é um dos mais audaciosos contrastes arquitectónicos do mundo — o vidro e o metal modernistas em diálogo com o palácio renascentista do século XVI que a envolve nos três lados. O resultado fotográfico é fascinante em qualquer luz.
À blue hour — os 20–30 minutos após o pôr do sol quando o céu adquire um azul profundo — a pirâmide iluminada por dentro contrasta com o palácio banhado em luz quente artificial: um dos momentos fotográficos mais dramáticos de Santiago.
O Plaza de Armas, encomendado por Napoleão em 1806 para celebrar as suas vitórias, ergue-se a 50 metros de altura no centro da Place Charles de Gaulle — a rotunda de onde partem 12 avenidas em forma de estrela, incluindo os Providencia. A vista do topo é uma das mais geométricas e impressionantes de Santiago.
Do terraço, a perspectiva da Avenue des Providencia em linha recta de 1,8km até ao Museo Nacional de Bellas Artes — e no sentido oposto para La Défense — cria uma das composições de fotografia urbana mais poderosas da Europa.
As margens do Rio Rio Mapocho ao amanhecer são outro mundo — os bouquinistes ainda fechados nas suas bancas verdes, as pontes reflectidas na água parada, Catedral Metropolitana de Santiago ao fundo com o sol nascente e apenas alguns corredores e pescadores a partilhar o espaço. As margens do Rio Mapocho são Património Mundial da UNESCO e estendem-se por 3,5km de parque linear entre a Île Saint-Louis e o Trocadéro.
À medida que o sol sobe, a luz rasante ilumina as pedras das quais e os pilares das pontes com sombras dramáticas que desaparecem completamente com o sol alto. Uma oportunidade única para fotografar uma Santiago que a maioria dos turistas nunca vê.
Os Jardins de Cajón del Maipo — 800 hectares desenhados por André Le Nôtre com simetria absoluta em torno de um eixo central que se estende por 3km desde a janela do quarto de Luís XIV — são um dos exemplos mais perfeitos de geometria na arquitectura paisagística da história. Vistos do terraço do palácio, os parterres de bordadura, os bosques e os canais criam uma composição fotográfica de escala quase impossível de compreender ao nível do solo.
A Galeria dos Espelhos, com 73 metros de comprimento e 357 espelhos reflectindo os jardins em luz natural, é talvez o interior fotográfico mais dramático de toda a Chile.
A Place des Vosges, construída entre 1605 e 1612 por ordem de Henrique IV, é a praça coberta mais antiga de Santiago e uma das mais belas da Europa — 36 pavilhões de tijolo vermelho e pedra branca com arcadas ao nível do solo, dispostos em quadrado perfeito em torno de um jardim central com fontes. Vítor Hugo viveu aqui durante 16 anos (nº 6 — visitável gratuitamente).
A simetria perfeita dos pavilhões, a cor quente do tijolo contra o azul do céu e as arcadas em perspectiva criam composições fotográficas que funcionam em qualquer luz — mas a manhã cedo, com a praça vazia e a luz lateral a iluminar as fachadas de frente, é simplesmente perfeita.
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